Oficina

Dicas deManutenção

A bateria é um conjunto de acumuladores elétricos, que possuem a propriedade de converter energia química em energia elétrica. A função de uma bateria é abastecer o sistema elétrico do veículo de energia e acumulá-la quando o veículo estiver em funcionamento.

A bateria em um veículo à diesel serve somente para partida do motor e iluminação, visto que em motores à diesel a explosão interna é feita por compressão.

Quando usamos o ar, existe uma circulação que vem de fora e esse sempre traz impurezas que vão se acumulando nas caixas de ventilação e no filtro de pólen. Essa limpeza aliada à troca do filtro a cada 20.000 km ajuda a não proliferação de fungos e ácaros prejudiciais à saúde. O filtro de cabine, também chamado de filtro de ar condicionado, tem a função de reter pólens e outras partículas indesejáveis do ar, além de assegurar uma atmosfera mais saudável dentro do veículo. Todos os veículos com ar condicionado têm filtro de cabine. Por que trocar o filtro de cabine?

O filtro de cabine purifica o ar na parte interna do veículo, especialmente na cabine, onde há perigo de uma concentração 3 a 6 vezes maior de partículas e resíduos de fumaça cancerígenos derivados do ar aspirado da atmosfera.

Quando trocar o filtro de cabine? Verifique o manual do proprietário ou siga as instruções do fabricante do veículo. No entanto é recomendada uma inspeção do estado do filtro de cabine no máximo a cada 15.000 km. Se houver um intervalo muito grande entre as trocas, bactérias e fungos podem se instalar nos dutos de ventilação, ocasionando odores extremamente desagradáveis na parte interna do veículo e risco de problemas e doenças respiratórias. Todavia, em veículos expostos a altos índices de poluição deve-se realizar a inspeção visual do filtro em intervalos menores. Quando novo, o filtro é branco e, quanto mais escuro estiver, mais comprometida está a sua capacidade de retenção.

É o mecanismo utilizado nos automóveis para transmitir a rotação do volante do motor para as engrenagens da caixa de velocidades que, por sua vez, irá desmultiplicar essa rotação (consoante a engrenagem - ou mudança - selecionada) e transferi-la para o diferencial através do eixo. A transmissão entre o volante, fixado por meio de parafusos à cambota, e a caixa de velocidades dá-se através da pressão do disco de embreagem, um disco delgado de aço de elevada tenacidade cujas faces estão revestidas com um material de fricção, contra o volante do motor.

Tipicamente uma embreagem é mudada entre os 120.000km e 180.000km, mas dependendo do estilo de condução poderá gastar-se ao fim de apenas 40.000km. O sistema de embreagem é responsável por conectar o motor ao câmbio, permitindo que o motorista troque as marchas com rapidez e suavidade, utilizando com eficiência toda a potência do veículo. Principais Componentes do Sistema de Embreagem, Platô; Disco; Rolamento/Mancal.

Como funciona esse sistema?

O platô é montado juntamente com disco no volante do veículo, que por sua vez, está conectado ao virabrequim do carro. O platô esta conectado ao motor do veiculo e o disco ao cambio.

Quando acionamos o pedal da embreagem, o mesmo desloca-se acionando a membrana do platô e separando-o do disco. O movimento do motor não é transmitido para o câmbio e por fim não transmitido às rodas, cessando assim a movimentação do veiculo. Ao desacionar o pedal da embreagem o disco volta a entrar em contato com o platô, assim fazendo com que o giro do motor seja transferido para o disco, que gira em conjunto transferindo para as rodas e colocando o veículo em movimento.

O óleo que lubrifica nossos motores tem muitas utilidades. Ele lubrifica as partes móveis do motor, retirando partículas resultantes do processo de combustão e as mantendo suspensas. Também auxilia na refrigeração do motor, retirando o calor das peças móveis e transferindo esse calor para o sistema de arrefecimento. E por último e mais importante, forma uma película entre as peças que se movem, reduzindo bastante o atrito entre elas. Temos basicamente três tipos de óleo. Mineral, sintético e semissintético. O mineral é obtido a partir de componentes do petróleo. O óleo sintético é obtido a partir de reações químicas. Já o semissintético mistura um pouco de cada.

Carbonização interna do Motor

A carbonização começa na fase de aquecimento do motor, neste momento a ECU através dos sinais do sensor de temperatura comanda o tempo de aberturas das válvulas injetoras (bicos injetores.) privilegiando a mistura rica. É aí que está o problema, grande parte do combustível é queimada apenas superficialmente e o combustível parcialmente não queimado deixa grandes depósitos de carvão, essa fuligem contamina toda câmara de combustão e a sonda lambda. A sonda lambda por sua vez detecta mistura rica, envia sinal a ECU que passa a trabalhar com mistura pobre. Além disso, os vapores dessa combustão em fase fria são ácidos extremamente prejudiciais ao óleo, que ao se misturarem ao óleo, formam a conhecida borra.

Com o óleo formando borra e a sonda lambda informando mistura rica incorretamente, a carbonização contamina a parte de força do motor, mas como ela chega ao cabeçote? Através do Blow – By. O Blow – By é um sistema que aproveita os vapores do óleo contido no Cárter, esses vapores passam ao coletor de admissão para serem aproveitados no motor, porém, esses vapores contaminam o próprio coletor, corpo de borboleta, motor de passo (caso o veículo o possua.), bicos injetores e as válvulas de admissão. Essa fuligem entra na câmara e chega novamente à sonda lambda e alcançando também o catalisador.

Devido à informação incorreta da sonda, a ECU comanda o empobrecimento da mistura ar/combustível, com a quantidade menor de combustível a refrigeração da câmara de combustão fica comprometida, superaquecendo o cabeçote. A borra que se forma da mistura do óleo com o combustível em excesso da partida a frio passa pela bomba e se espalha pelo motor chegando ao cabeçote e contaminando – o. Com o superaquecimento do cabeçote, a borra vira uma espécie de goma, que ao atingir o Carter pode entupir o “pescador de óleo” e/ou obstruir a bomba de óleo, já comprometendo o sistema de lubrificação do motor.

O sistema de alimentação também sofre com a carbonização, pois os bicos injetores e flauta ficam próximos ao cabeçote (geralmente no final do coletor de admissão.) que quando superaquece prejudica também o combustível contido na flauta, a gasolina contida na flauta forma uma goma no sistema de alimentação que passa as tubulações através do retorno, contaminando o tanque, e também obstruindo a linha, com isso prejudicando a bomba de combustível.

Com o motor todo contaminado pela goma da carbonização, as altas temperaturas atingidas pelo mesmo fazem com que a goma vire carvão, então o motor estará literalmente carbonizado.

Principais Sintomas:

Estouros no coletor de admissão ou escape, perda de rendimento (Devido à compressão dos cilindros já afetada.) quando exigido, falhamento, detonação (Batida de pino.), superaquecimento, formação de borra no motor, nível de emissão de poluentes acima do normal, marcha lenta irregular.

Descarbonização:

Quando o motor está completamente carbonizado não há outra saída, o motor deve ser aberto e limpo. Não perca tempo com serviços parciais, uma vez carbonizado a solução é abrir o motor e efetuar a limpeza de todos os componentes, sem esquecer a injeção que também vai estar contaminada. Infelizmente serviços como este custam caro, abrir o motor já é um custo de mão – de – obra considerável, e também terá gasto com peças, pois as juntas do motor deveram ser trocadas.

Se o motor não estiver perdendo desempenho, mas se já estiver parcialmente carbonizado é fácil observar que há uma grande quantidade de borra de óleo na tampa do óleo, já é um sinal para uma descarbonização preventiva. Nesse caso, retira – se a tampa de válvulas e o Carter e efetua-se a limpeza da borra, e utilizar um Flush (ler parágrafo abaixo.) no óleo antes de troca – lo para limpar as galerias de óleo é recomendável (sempre tomando o cuidado de limpar o pescador de óleo após o flushing, pois a sujeira que desce para o Cárter irá entupir o pescador de óleo.). Esse serviço é bem mais em conta que abrir o motor por inteiro.

Quanto aos produtos químicos que vendem no mercado, eu sou um pouco criterioso quanto a isso. Eles devem ser usados com bom senso, se o motor está totalmente carbonizado um descarbonizante não vai adiantar nada, ele vai piorar a situação obstruindo a bomba de óleo; se o motor estiver parcialmente carbonizado, aí ele já pode ser usado (com cuidado.), o objetivo dos produtos químicos como limpa válvula, limpa tbi, limpa carter, flush entre outros, é PREVENIR, então muito cuidado ao solicitar a aplicação desses produtos, peça a um mecânico de confiança que verifique se é necessária a aplicação de alguns desses produtos.

Os filtros de óleo são especialmente desenvolvidos para eliminar contaminantes como partículas abrasivas e partículas de metal, geradas pela fricção das peças móveis do motor, além de partículas derivadas da combustão.

Entre os filtros de óleo, temos o filtro do sistema hidráulico, que foi projetado para prevenir falhas que interferem nas quatro funções do fluído hidráulico: transmissão de energia, lubrificação das partes internas dos componentes, troca de calor e preenchimento da folga entre os componentes móveis. Quando há saturação do filtro existe uma válvula de fluxo de óleo que se abre permitindo que a lubrificação seja realizada mesmo com óleo contaminado, mantendo o motor lubrificado.

Características e Benefícios

Vedações de borracha 100% estanque.

Meio filtrante de alta performance.

Padrão de equipamento original.

Maior proteção do motor.

Maior rendimento do veículo.

Fixado no eixo de proporção, o disco de freio tem a função de reduzir o movimento giratório da roda ao receber o atrito das pastilhas.

Durante a frenagem o disco de freio suporta altas temperaturas e esforços mecânicos extremos. O uso de discos de freio com espessura abaixo da mínima especificada pelo fabricante do veículo poderá ocasionar sérios problemas, como:

Maior possibilidade de superaquecimento dos freios devido à menor quantidade de material;

Menor resistência mecânica da peça, podendo ocorrer empenamento, trincas ou até mesmo a quebra total do disco de freio;

Travamento do êmbolo da pinça de freio.

Dica 1

Quando houver troca ou retífica dos discos de freio estas devem ser efetuadas nos dois discos de um mesmo eixo. A medida para retífica de discos de freio não poderá ultrapassar 0,5mm de cada lado do disco e deve-se observar também as indicações de espessura mínima.

Dica 2

Os danos decorrentes da não substituição das pastilhas de freio podem levar, entre outros problemas, a um desgaste excessivo do disco de freio e à sua consequente inutilização. Portanto, a cada troca de pastilhas de freio, as superfícies do disco devem ser verificadas quanto ao seu desgaste.

A pastilha, a lona de freio e a sapata são componentes do sistema de freios, formado basicamente por uma placa metálica na qual são moldados materiais de atrito à base de resina, fibras sintéticas e partículas metálicas. A função das pastilhas é gerar atrito com os discos para diminuir ou parar a roda do veículo.

Componente que, em contato com a lona de freio, gera o atrito necessário à frenagem das rodas, normalmente, traseiras nos automóveis . Os tambores de freio são os responsáveis pela dissipação de calor gerado durante a frenagem.

O coeficiente de atrito de uma lona é limitado, portanto todo o aumento da força de frenagem será obtido pelo aumento da pressão, a qual é limitada pela resistência do tambor de freio. O calor gerado durante a frenagem deve ser dissipado rapidamente para mantermos o coeficiente de atrito dentro dos limites normais.

Em operação o tambor de freio se dilata devido ao efeito das forças radiais e pelo aumento de temperatura. Isto provoca uma diferença no raio de curvatura interna do tambor em relação ao raio de curvatura externa da sapata, aumentando os pontos de pressão localizada.

Dica

Quando houver troca ou retífica do tambor de freio, estas devem ser efetuadas nos dois tambores de um mesmo eixo, e sempre verificar o diâmetro máximo permitido.

O objetivo é garantir aos veículos benefícios como: maior eficiência, maior conforto, maior segurança, menos emissão de poluentes, menos consumo de combustível e menor desgaste dos componentes do motor.

Por maior que seja a atenção para a procedência do combustível utilizado no veículo, ainda assim não há como evitar a presença de impurezas. A função do filtro do combustível é proteger tanto o sistema de injeção quanto os componentes do motor contra partículas de sujeira como pó, ferrugem, água e resíduos existentes no tanque de combustível do veículo.

Nos motores à diesel existe um filtro chamado Separado de água.

O que é e qual sua função?

A função do cabo de vela é conduzir a alta tensão produzida pela bobina ou transformador até as velas de ignição, sem permitir fugas de corrente, garantindo uma ignição sem falhas. Outra característica do produto é a redução de interferências eletromagnéticas que podem prejudicar o funcionamento dos componentes eletrônicos do veículo, como rádio e unidades de comando eletrônico, etc.

Os principais fabricantes de carros no mundo utilizam dois tipos de tecnologia em cabos de vela:

Cabos Resistivos: com o resistor instalado dentro dos terminais;

Cabos Supressivos: com o supressor instalado dentro do próprio cabo e sua resistividade depende do seu comprimento.

As velas fabricam a centelha que faz a explosão do combustível para que o motor funcione. Sua troca deve ser feita a cada 30.000 km ou quando ocorrer algum defeito por uso de combustível adulterado ou por água.

Essa peça, de extrema importância, atua no motor do veículo, ligando o eixo-comando de válvulas ao virabrequim do motor, sincronizando-os e fazendo com que as válvulas de admissão e de escapamento se abram e fechem no momento exato.

Como a durabilidade da correia dentada varia de acordo com cada carro, verifique suas condições, para evitar seu rompimento, e efetue a substituição preventiva nas quilometragens recomendadas pelo fabricante do veículo, em geral, por volta de 60 mil km.

Preencha o Formulário eFaça seu Agendamento